Opinião | O Processo Violeta de Inês Pedrosa

Classificação: 4 estrelas

O Processo Violeta de Inês Pedrosa | Ildo apaixona-se por Violeta. Ele tem 14 anos, ela 32. Ela é professora, ele é aluno. Um amor condenado que mudará a vida de ambos. Violeta não pensa nas consequências e acaba grávida do seu aluno. Ele acha que a ama e faz tudo por ela. A mãe de Ildo acha isto tudo uma verdadeira loucura e faz de tudo para os separar.

O caso vem a público e o jornal “Insubmisso” começa por explorar mais acerca da vida pessoal de Ildo e da sua mãe. Até agora o pai de Ildo era um total desconhecido mas descobrem que que é um cavaleiro tauromáquico aristocrata e bem conhecido do meio. A jornalista acredita neste amor mas o jornal defende o escândalo e o cenário piora com a descoberta do pai de Ildo.

Sinopse da Porto Editora

Um romance bem ao estilo de Romeu e Julieta, onde as personagens secundárias chegam a ser mais interessantes que as principais, como é o caso da mãe de Ildo. Uma história onde o tema central é Amor Jovem, Amor Louco, Amor Proibido e Amor Ódio. Ildo é um jovem sonhador inocente que se apaixona por Violeta, uma professora desequilibrada emocionalmente. Um livro que nos mostra que o amor não escolhe idades mas que somos as consequências dos nossos actos. O final não poderia ser mais realista.

Sinopse

No Portugal festivo e individualista do fim da década de 80, Violeta, uma professora de 32 anos, engravida de Ildo, um aluno de 14 anos, filho de uma mãe solteira cabo-verdiana. O Insubmisso, novo jornal de uma elite em ascensão, perseguirá a história e descobrirá que o pai de Ildo é um cavaleiro tauromáquico aristocrata. O escândalo do chamado processo Violeta contrastará com o silêncio absoluto através do qual Ana Lúcia, amiga de Violeta, oculta a sua violação por um outro aluno de 14 anos da mesma escola. Este romance apaixonante interroga, com inteligência, imaginação e humor, os interditos de uma sociedade que se diz livre e despida de preconceitos. O processo Violeta é, afinal, o de um país de hábitos clandestinos, esconsos, sacrificiais e crepusculares.

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