Opinião| Princípio de Karenina de Afonso Cruz

Classificação: 4 estrelas

Princípio de Karenina de Afonso Cruz Fala-nos de uma história de um pai que escreve uma carta à filha que nunca conheceu.

Ao longo do livro vai relatando a sua história tal como a viveu na partilha de sentimentos e de arrependimentos. A história de um amor proibido que se deixou levar pelo perfume de outra mulher. A vida é feita de escolhas e o arrependimento deste pai é palpável a cada capítulo.

Um pai que amou mas que se deixou vencer pelo medo de sair da sua zona de conforto. Um menino que nunca saiu da sua cidade e quando o tentou, acabou por desmaiar com os nervos.

Sinopse da Companhia das Letras

Uma obra cheia de sentimentos mas sobretudo de arrependimentos e superação de medos, uma história simples mas cheia de lições de vida. O autor leva-nos até ao Vietname e Camboja, território outrora conhecido por Cochinchina

Ler Afonso Cruz é o meu ponto seguro. Cada história acrescenta sempre algo em mim. Esta foi mais uma delas – Princípio de Karenina de Afonso Cruz

Sinopse

SINOPSE

Um pai que se dirige à filha e lhe conta a sua história, que é a história de ambos, revelando distâncias e aproximando-se por causa disso, numa entrega sincera e emocional.

Uma viagem até aos confins do mundo, até ao Vietname e Camboja, até ao território que antigamente se designava como Cochinchina, para encontrar e perceber aquilo que está mais perto de nós, aquilo que nos habita. Um pai que ergue muros de silêncio, uma mãe que faz arco-íris de música, uma criada quase tão velha como o Mundo, um amigo que veste roupas de mulher, uma amante que carrega sabores e perfumes proibidos. São estas algumas das inesquecíveis personagens que rodeiam este homem que se dirige à filha, que testemunham – ou dificultam – essa procura do amor mais incondicional.

Uma busca que nos leva a todos a chegar tão longe, para lá de longe, para nos depararmos connosco, com as nossas relações mais próximas, com os nossos erros, com as nossas paixões, com as nossas dores e, ao somar tudo isto, entre sofrimento e júbilo, encontrar talvez felicidade.

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