Opinião | Five Feet Apart

Can you love someone you can never touch?

Five Feet Apart | A minha resposta é sim, mas não se deixem levar por uma romântica incurável. Five Feet Apart fala-nos de dois jovens com Fibrose Quística, como se conhecem e como se vão apaixonar sem nunca se tocar.

Stella Grant adora controlar tudo. Desde muito cedo que aprendeu que a doença não seria uma entrave para a sua vida e que teria de a controlar para poder viver. Passou grande parte da sua vida em hospitais, e foi lá que conheceu o seu grande amigo. Ela precisa de um transplante para sobreviver e ela fará tudo para o ter.

Will Newman está farto de viver para a doença. Desejoso de fazer os 18 anos e deixar de vez os hospitais. Ele têm uma bactéria que já o tirou da lista de espera para um transplante. Quer ser livre e conhecer o mundo, mesmo que isso lhe custe a vida e nada o fará mudar de ideias.

Stella e Will vão-se encontrar nos corredores do hospital e acabam por se apaixonar entre olhares. Ele quer lhe mostrar o mundo e ela só quer que ele mude de ideias em relação ao tratamento. Um amor condenado que têm tudo, menos dar certo.

Sinopse da Editorial Presença

Se gostaram do livro “A Culpa é das estrelas” , então este livro será o vosso próximo guilty pleasure. Um young adult que nos fará pensar nas relações.

Acredito no toque mas acredito mais que a comunicação é tudo numa relação. Nos dias de hoje, acredito que as pessoas comecem a dar mais valor ao toque e esquecem-se de ouvir o outro. Acredito que muitos casais não se conhecem de todo e que dão mais valor ao toque que à compreensão.
Five Feet Apart ou A distância entre nós mostra-nos que vivemos com aquilo que a vida nos dá, o amor entre estes dois jovens jamais poderia ter dado certo, mas, no entanto, eles aproveitaram como conseguiram e nunca desistiram. Acabei por chorar mais do que queria, pois as grandes histórias de amor, são assim mesmo, de partir o coração.

2 Comentários

  1. Já tinha ouvido falar deste livro, mas de uma forma muito superficial. Mas deixaste-me muito curiosa, até porque a história parece-me desarmante. Vou adicioná-lo à lista 🙂

Deixa um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*